Woba lança sistema operacional de IA para real estate corporativo
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A startup brasileira Woba anunciou o lançamento de um sistema operacional de inteligência artificial voltado para a gestão de real estate corporativo. A companhia projeta dobrar o faturamento em 2026. A plataforma, nativa em IA, pretende construir, a partir do Brasil, o primeiro mercado de real estate corporativo operado por inteligência artificial.

Plataforma nativa em IA

A Woba é uma plataforma de gestão de real estate corporativo nativa em inteligência artificial. A empresa busca transformar a forma como as corporações gerenciam seus espaços de trabalho. A carteira de clientes inclui nomes como Cielo, XP, Prudential e iFood.

Dados da Woba mostram que a automação em facilities pode reduzir em até 30% os custos operacionais das companhias. Atualmente, a maior parte do mercado de real estate corporativo ainda é comandada por planilhas, e-mails e relatórios manuais.

Agentes de IA especializados

A proposta da Woba não é substituir o trabalho humano, mas ampliar sua capacidade. Cada agente opera em uma camada específica da gestão dos espaços: estratégia, operação e experiência. Diversos outros agentes poderão ser construídos sob medida para as empresas clientes.

Agente de Operação

Centraliza chamados, monitora SLAs e acompanha fluxos que historicamente ficam dispersos entre e-mails, mensagens e fornecedores. Com o uso contínuo, o agente de Operação aprende o comportamento de cada espaço e passa a atuar de forma preventiva.

Agente de Experiência

Interpreta dados de uso dos espaços para detectar sinais de baixa adesão, subutilização e mudanças no comportamento dos colaboradores. Ele também conecta o workplace a indicadores de RH e engajamento.

Mercado em transformação

Segundo a consultoria JLL, 73% das empresas globais tratam hoje a otimização do portfólio imobiliário e o uso inteligente dos espaços como prioridade estratégica. A tese da Woba é que toda grande corporação terá, nos próximos anos, uma camada de inteligência artificial cuidando dos seus espaços de trabalho. A empresa defende que essa camada de IA precisa nascer pronta para IA, não adaptada depois.

Visão da CEO

A CEO da Woba afirma que o facilities sempre teve potencial estratégico, mas faltava capacidade contínua de análise de dados e visibilidade sobre a operação. Segundo ela, os agentes cuidam do monitoramento contínuo e o gestor foca nas decisões que só ele pode tomar.

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