Oracle não pretende desenvolver grandes modelos de IA
O vice-presidente da Oracle afirmou que a empresa não tem como objetivo criar grandes modelos de inteligência artificial. Em vez disso, a estratégia é conectar esses modelos a um banco de dados convergente. Isso permite que as empresas utilizem IA sobre dados privados sem expô-los externamente.
Eficiência em ambientes corporativos
Segundo o executivo, para funcionar de forma eficiente em ambientes corporativos, a IA precisa compreender significados, contexto e relações entre informações – e não apenas identificar padrões. Essa abordagem visa tornar a inteligência artificial mais útil para negócios que lidam com dados sensíveis.
Entre os exemplos apresentados está a possibilidade de acessar os mesmos dados tanto como tabelas SQL quanto como documentos JSON, por meio de APIs compatíveis com MongoDB. “Isso resolve um desafio importante que bancos especializados não conseguem resolver”, afirmou.
Agentes de IA próximos aos dados
Outro destaque da apresentação foi a estratégia da companhia para agentes de IA executados próximos aos dados, com foco em desempenho, governança e segurança. A ideia é que a inteligência artificial opere onde os dados estão armazenados, reduzindo riscos e aumentando a velocidade de processamento.
“Sem uma base de dados sólida construída para IA, você não conseguirá se mover rápido o suficiente para acompanhar seus concorrentes”, concluiu. A declaração reforça a importância de infraestrutura adequada para adoção de inteligência artificial nas empresas.
