A Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde (ABRAIDI) propõe a abertura de um diálogo franco, técnico e transparente com gestores de portais de compras, hospitais, operadoras e demais atores do setor. O objetivo é construir, de forma conjunta, um modelo mais equilibrado, sustentável e orientado à geração de valor. A iniciativa busca fortalecer a cadeia de OPME (Órteses, Próteses e Materiais Especiais), que enfrenta desafios de acesso e eficiência.
Três pontos centrais da proposta
Três pontos centrais orientam essa proposta. O primeiro ponto é a garantia de acesso isonômico aos processos de cotação, sem bloqueios baseados exclusivamente em critérios comerciais dos portais. A tecnologia deve ser um vetor de inclusão e eficiência, não uma barreira de entrada. A ABRAIDI reafirma sua disposição em contribuir tecnicamente para esse processo, ouvindo diferentes perspectivas e buscando soluções que fortaleçam toda a cadeia de OPME.
Acesso isonômico como prioridade
O acesso igualitário aos processos de cotação é fundamental para garantir concorrência justa e ampliar as opções para hospitais e operadoras. A proposta da ABRAIDI visa eliminar bloqueios arbitrários, promovendo um ambiente mais competitivo e transparente.
Tecnologia como aliada
A tecnologia deve ser usada para simplificar e agilizar as negociações, não para criar obstáculos. A associação defende que os portais de compras adotem critérios técnicos e objetivos, permitindo que todos os fornecedores qualificados participem dos processos.
Oportunidade de convergência
O momento é de convergência. Ao alinhar interesses e revisar práticas, temos a oportunidade de consolidar um ambiente mais justo, transparente e eficiente, em benefício não apenas das empresas, mas dos pacientes e do sistema de saúde como um todo. Davi Uemoto é diretor executivo da ABRAIDI. A fonte não detalhou prazos ou cronogramas para o diálogo proposto.
