Flávio Bolsonaro tem 48,2% e Lula 47,9%, aponta Futura
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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 48,2% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47,9%, segundo a última pesquisa da Futura Inteligência para o segundo turno das eleições, divulgada neste sábado (21). O levantamento, realizado em parceria com a 100% Cidades, ouviu 2.000 eleitores por telefone entre sexta-feira (23) e sábado (24) nos 26 estados e no Distrito Federal.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os dois candidatos.

Além dos votos nos dois principais nomes, 2,3% dos entrevistados declararam voto branco ou nulo, e 1,6% não soube ou não respondeu. Os números refletem um cenário de estabilidade na disputa, com variações dentro da margem de erro em relação ao levantamento anterior, realizado na quarta-feira (21). A pesquisa tem registro BR-09726/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e índice de confiança de 95%.

Empate técnico marca disputa acirrada

Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, o cenário permanece em empate técnico. Flávio Bolsonaro recuou 0,7 ponto percentual em relação aos 48,9% registrados no levantamento anterior, enquanto Lula cresceu 1,8 ponto sobre os 46,1% anteriores. A oscilação de ambos os candidatos está dentro da margem de erro, indicando estabilidade na preferência do eleitorado.

Nos votos válidos — que excluem brancos, nulos e indecisos —, Flávio Bolsonaro saiu de 51,1% para 50,1%, e Lula variou de 48,9% para 49,9%. A diferença entre os dois nesse recorte é de apenas 0,2 ponto percentual, reforçando o equilíbrio da disputa. A pesquisa não detalhou a metodologia de cálculo dos votos válidos, mas os números apresentados mostram uma corrida extremamente apertada.

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Lula lidera na pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula lidera com 46,5% das menções, ante 46,1% de Flávio Bolsonaro. No levantamento anterior, o senador aparecia com 47,2%, enquanto o petista tinha 46,1%. A inversão na liderança espontânea sugere um leve fortalecimento de Lula entre os eleitores que declaram voto sem estímulo de lista.

Outros 3,7% dos entrevistados não souberam ou não responderam, 2,3% declararam voto branco, nulo ou em ninguém, e 1,2% citou outros nomes. A soma desses percentuais indica que uma parcela pequena, porém relevante, do eleitorado ainda não consolidou sua escolha ou opta por não declarar voto espontaneamente. A fonte não detalhou quais outros nomes foram citados.

Metodologia e abrangência do levantamento

A pesquisa foi realizada por telefone com 2.000 eleitores maiores de 16 anos, entre sexta-feira (23) e sábado (24), abrangendo os 26 estados e o Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. O registro no TSE é o BR-09726/2026.

A coleta por telefone pode apresentar limitações em relação a pesquisas presenciais, como a exclusão de eleitores sem acesso a linha fixa ou celular, mas a Futura Inteligência não detalhou possíveis ponderações. A amostra de 2.000 entrevistados é considerada adequada para estimativas nacionais com a margem de erro informada. A divulgação ocorre a poucos dias do segundo turno, marcado para o próximo domingo.

Reações e contexto da disputa

Os números divulgados reforçam o cenário de polarização e incerteza que marca a eleição presidencial. A diferença de 0,3 ponto percentual nas intenções de voto totais e de 0,2 ponto nos votos válidos evidencia uma disputa decidida voto a voto. A pesquisa não traz informações sobre rejeição, avaliação de governo ou intenção de voto por segmentos demográficos.

O empate técnico mantém as campanhas em alerta máximo, com foco na mobilização de eleitores e na conquista de indecisos. A fonte não detalhou o percentual de eleitores que consideram mudar o voto ou que se declaram totalmente decididos. A divulgação de novas pesquisas nos próximos dias poderá indicar tendências mais claras, mas, por ora, o quadro é de indefinição.

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