Cirurgia oncoplástica é segura no câncer de mama
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Um estudo publicado pela ASO, revista científica oficial da Sociedade Americana de Cirurgia Oncológica e da Sociedade Americana de Cirurgiões de Mama (ASBrS), com participação da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), revela que metade dos mastologistas brasileiros realiza cirurgia oncoplástica. O Brasil, segundo a SBM, é modelo de sucesso de treinamento e preparação de cirurgiões de mama em técnicas oncoplásticas. O primeiro curso dedicado a essas técnicas foi instituído em 2015.

A cirurgia oncoplástica é uma modalidade que une recursos da oncologia e da cirurgia plástica. O objetivo é tratar o câncer de mama e, ao mesmo tempo, preservar a estética e a função mamárias. Dentre as técnicas adotadas estão a mamoplastia redutora e a simetrização contralateral, mencionadas no estudo. Esses procedimentos fazem parte do escopo da especialidade.

Estudo com participação da SBM

O estudo foi publicado na ASO, periódico científico oficial da Sociedade Americana de Cirurgia Oncológica e da ASBrS. A SBM participou do levantamento, que abordou a prática da cirurgia oncoplástica entre mastologistas brasileiros. A ASO é a revista oficial das duas sociedades americanas. A cirurgia oncoplástica é uma técnica que combina o tratamento oncológico com a reconstrução mamária. O estudo é uma das fontes que indicam a presença da técnica no país.

De acordo com a pesquisa, metade dos mastologistas brasileiros realiza cirurgia oncoplástica. Esse percentual foi medido em um levantamento que envolveu especialistas de diferentes regiões do Brasil. A publicação, contudo, não detalha quantos mastologistas foram entrevistados. A fonte não detalhou a metodologia utilizada no estudo. A fonte não detalhou se o percentual é válido para todo o país.

Brasil é modelo de treinamento

Segundo a SBM, o Brasil é modelo de sucesso de treinamento e preparação de cirurgiões de mama em técnicas oncoplásticas. O primeiro curso dedicado a essas técnicas foi instituído em 2015. Desde então, a capacitação de mastologistas vem sendo ampliada. A estrutura de ensino é mantida pela própria SBM, que coordena as iniciativas de formação.

Mais de 2 mil mulheres foram beneficiadas diretamente com as cirurgias desde 2015. No mesmo período, 250 mastologistas foram capacitados a realizar os procedimentos. Esses dados mostram o alcance do programa de treinamento. A SBM é a responsável pela coordenação das atividades. Os números foram divulgados pela entidade como parte do balanço do curso.

São Paulo em destaque

No Estado de São Paulo, o curso formou 100 mastologistas e realizou 800 cirurgias. Os dados paulistas foram apresentados como parte do balanço da capacitação. A fonte não detalhou a participação de outros estados no programa. As 800 cirurgias realizadas em São Paulo foram contabilizadas pela SBM. A fonte não detalhou se os 100 mastologistas atuam em serviços públicos ou privados.

Os números de São Paulo não foram comparados pela SBM com os totais nacionais. A fonte não detalhou a distribuição dos 250 mastologistas formados entre os estados. Essas informações fazem parte do balanço divulgado pela SBM.

Três cursos mantidos pela SBM

A Sociedade Brasileira de Mastologia mantém três cursos para reconstrução de mama e oncoplastia. As formações apresentam conteúdos teóricos e práticas direcionadas a mastologistas e cirurgiões de mamas. Os cursos são abertos a profissionais de todos os estados brasileiros e também do Exterior. A entidade não detalhou a duração de cada curso.

A oferta abrange mastologistas de todas as regiões do país e também do exterior. A SBM atua no treinamento de cirurgiões de mama com foco em técnicas oncoplásticas. O caráter teórico-prático das formações é destacado pela instituição. A fonte não detalhou a carga horária de cada curso. A fonte não detalhou a periodicidade dos cursos.

Cenário internacional

A Sociedade Americana de Cirurgiões de Mama divulgou que apenas 10% de seus membros realizam mamoplastia redutora ou simetrização contralateral. Esses procedimentos são considerados parte da cirurgia oncoplástica. O percentual é menor do que o registrado no Brasil. A informação foi divulgada pela própria sociedade.

Um levantamento canadense revelou resultados semelhantes aos dados da Sociedade Americana. A baixa adoção da técnica nesses países contrasta com a realidade brasileira. A fonte não detalhou as causas da diferença. Os dados internacionais ajudam a dimensionar a posição do Brasil no cenário global. A fonte não detalhou se há diferenças nas populações estudadas. A fonte não detalhou a data de realização do levantamento canadense.

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