Advogado de Rima Hassan nega posse ou consumo de droga
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O advogado da eurodeputada Rima Hassan, Vincent Brengarth, negou categoricamente que sua cliente tenha posse ou consumo de drogas. A declaração ocorre após a detenção policial da parlamentar em Paris na quinta-feira.

A defesa afirmou que um exame de urina confirma a ausência de substâncias ilícitas. Brengarth também criticou duramente vazamentos de informação para a imprensa durante o processo.

O caso envolve uma investigação sobre apologia do terrorismo e ganhou novos contornos com as alegações de violações de direitos.

Detenção e acusações iniciais

Na quinta-feira, a eurodeputada Rima Hassan deslocou-se às instalações da polícia judiciária de Paris. Ela foi ouvida sob a acusação de “apologia do terrorismo cometido online”.

Reclassificação da detenção

A detenção policial, inicialmente por “apologia do terrorismo”, foi depois reclassificada. A fonte não detalha os novos termos.

Segundo informações disponíveis, a investigação é conduzida pelo Centro Nacional de Luta contra o Ódio em Linha (PNLH). Refere-se a um tweet que fazia menção a um dos autores do atentado de 1972 no aeroporto de Telavive.

Brengarth sublinhou que não estavam no contexto de uma audiência livre, mas no contexto de uma detenção policial. Em sua visão, isso agrava a situação.

Críticas às violações de direitos

O advogado referiu a “extraordinária gravidade” da situação. Ele destacou “a intensidade das violações dos direitos de Rima Hassan”.

Violações do segredo de justiça

Brengarth mencionou as “tensões” que surgiram “rapidamente” e atingiram “o seu clímax com as repetidas violações do segredo de justiça durante a detenção policial”.

Além disso, ele criticou as fugas de informação para a imprensa durante toda a quinta-feira. Segundo o advogado, isso comprometeu a imparcialidade do processo.

Em sua opinião, as autoridades judiciais “fabricaram o processo para justificar a prisão preventiva em flagrante delito”. O objetivo seria “tentar derrotar a aplicação da imunidade parlamentar”.

Negativa sobre posse de drogas

Vincent Brengarth referiu-se à “suposta descoberta de elementos assimilados a estupefacientes”. A notícia foi divulgada pelos meios de comunicação social na quinta-feira.

Explicação sobre o CBD

No entanto, ele afirmou que Rima Hassan não consome drogas e que “Não houve encobrimento nenhum”. O advogado explicou que sua cliente “sabia perfeitamente que iria ser revistada e inventariada”.

Isso, em sua visão, descarta qualquer tentativa de ocultação. Rima Hassan admitiu rapidamente que se tratava de CBD, um produto legal em França.

Ela afirmou que o CBD “não é um estupefaciente nem um psicotrópico”. A eurodeputada ainda forneceu a localização e o endereço precisos do local onde comprou o CBD.

Segundo a defesa, isso demonstra transparência.

Confirmação por exame e vazamentos

O advogado lamenta as fugas de informação para a imprensa sobre a quantidade e a natureza das substâncias em causa.

Resultado do exame de urina

Ele afirmou que “O exame de urina confirma que não houve consumo de drogas ou estupefacientes”. A declaração reforça a negativa inicial.

Brengarth declarou: “Esperamos que as pessoas que divulgaram esta informação sejam condenadas e que sejam aplicadas sanções administrativas”.

Ele acrescentou: “Porque consideramos que o Ministério do Interior falhou ao permitir que esta informação fosse divulgada”. A afirmação aponta para falhas na gestão do caso.

Próximos passos no processo

O julgamento de Rima Hassan terá lugar “perante o tribunal penal, a 7 de julho”. A informação é do Ministério Público.

Implicações do caso

A data marca a próxima fase legal, onde as alegações de ambos os lados serão avaliadas. Enquanto isso, a defesa continua a enfatizar as supostas violações processuais.

Eles também destacam a ausência de evidências de consumo de drogas. O caso segue sob atenção, com implicações para questões de direitos e procedimentos judiciais na França.

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