O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, afirmou na terça-feira (11) que não pretende substituir o deputado federal Alfredo Gaspar na vice-presidência de sua chapa. O presidenciável também classificou como farsa as acusações de estupro contra o parlamentar. Além disso, atacou a política fiscal do governo Lula e disse que o próximo governo herdará um cenário de deterioração das contas públicas.
Principais declarações
- Nega trocar Alfredo Gaspar como vice-presidente.
- Chama de farsa as acusações de estupro contra o deputado.
- Ataca a política fiscal do governo Lula e defende responsabilidade fiscal.
- Diz estar disposto a debater com Lula, mas falta à sabatina do G1 e da GloboNews.
- Afirma que o impeachment de Moraes virou pauta eleitoral.
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Nega troca de vice e fala em farsa
O candidato do PL foi direto ao responder sobre os rumores de mudança na chapa. Ele negou que vá trocar Alfredo Gaspar como vice. O senador também chamou de farsa as acusações de estupro contra o deputado federal. A fonte não detalhou os motivos dessa avaliação.
Na avaliação do senador, a permanência de Gaspar é definitiva. Ele assegurou que a chapa está mantida, sem dar espaço para interpretações. A declaração foi dada na terça-feira (11), quando também tratou das acusações. O parlamentar é deputado federal e segue como vice na candidatura.
A fonte não comentou se há outros motivos para as acusações. Flávio Bolsonaro não deu mais detalhes sobre o caso. Ele apenas chamou as acusações de farsa.
Críticas à política fiscal
Flávio Bolsonaro atacou o governo Lula pela situação fiscal do país. Segundo ele, as contas públicas estão em deterioração, e o próximo governo herdará esse cenário. O candidato defendeu a revisão de despesas nas áreas de saúde e educação. Ele afirmou que é preciso trabalhar com responsabilidade fiscal.
De acordo com o senador, a deterioração das contas é um problema que precisará ser enfrentado. Ele não detalhou, porém, quais gastos seriam cortados. O candidato apenas defendeu a revisão das despesas. A fonte não detalhou as medidas.
A fonte não explicou como será feita a revisão de despesas. O senador não mencionou prazos nem metas. Ele disse apenas que haverá revisão nas áreas de saúde e educação.
Debates com Lula e ausências
O presidenciável afirmou estar disposto a participar dos debates com o presidente Lula. Ele declarou: “Onde Lula estiver, nós estaremos com ele”. O senador, no entanto, faltou nesta semana à sabatina do G1 e da GloboNews. Lula também não compareceu ao evento.
A ausência na sabatina ocorreu apesar da disposição demonstrada para debater. A fonte não detalhou os motivos das faltas. O senador não explicou o motivo de sua ausência. O presidente Lula também não explicou.
A fonte não informou se o senador pretende participar de outros debates. Ele também não detalhou sua agenda. O presidente Lula não compareceu à sabatina, mas também não explicou o motivo.
Caso Daniel Vorcaro
Flávio Bolsonaro foi perguntado sobre as relações com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O senador foi flagrado pedindo dinheiro a Vorcaro para o filme “Dark Horse”. Em sua defesa, chamou o empresário de irmão. Ele repassou, em seguida, o problema aos adversários.
Na avaliação do senador, as explicações devem vir de integrantes do PT. “Grandes figurões do PT é que devem explicações. Eu não devo explicação nenhuma”, disse. Ele não comentou o conteúdo dos pedidos feitos ao empresário. A fonte não detalhou o teor das conversas.
A fonte não esclareceu a origem do pedido de dinheiro. Flávio Bolsonaro não entrou em detalhes sobre o filme ‘Dark Horse’. Ele apenas chamou o empresário de irmão e repassou o caso aos adversários.
Impeachment e inquérito das fake news
Flávio Bolsonaro afirmou que o impeachment de Moraes virou pauta eleitoral. “Eles vão ser cobrados nas eleições por isso”, declarou. O senador criticou a condução do inquérito das fake news. Acusou o ministro de atuar politicamente.
O candidato não detalhou quais atos do ministro seriam políticos. A fonte também não explicou a relação entre o impeachment e a eleição. Flávio Bolsonaro, porém, afirmou que o tema será cobrado nas urnas. Ele não citou nomes de quem faria essa cobrança.
A fonte não explicou as consequências do impeachment para a campanha. O senador não citou quem fará a cobrança eleitoral. Ele apenas afirmou que eles serão cobrados nas eleições. Com essas declarações, o candidato do PL manteve a chapa como estava, criticou a herança fiscal, se dispôs a debater, e apontou o impeachment como tema de campanha. A fonte não detalhou outros assuntos.
Fonte
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