O setor automotivo, que um dia superou o ceticismo das carroças, agora enfrenta uma crise de confiança interna. Em post intitulado ‘Muito tempo atrás, carroças duvidaram dos automóveis. Agora, os automóveis duvidam de si mesmos’, Ricardo Azevedo traça um paralelo histórico e alerta para riscos iminentes.
Risco de perda iminente para investidores
Segundo Azevedo, há um risco de perda iminente para os investidores que mantêm posições nesses conglomerados europeus. A fonte não detalhou quais conglomerados seriam esses, mas o alerta é direto. A velocidade da degradação de valor está acelerando, o que torna a situação ainda mais urgente.
Transição para ecossistemas digitais é urgente
O autor afirma que, se as lideranças não acelerarem a transição rumo a ecossistemas digitais, o Ocidente poderá se tornar mero montador de componentes terceirizados. Essa transformação é vista como essencial para evitar uma perda de relevância industrial.
Protecionismo tarifário não salvará
Medidas como protecionismo tarifário de governos locais apenas irão adiar uma derrota técnica, segundo o post. A derrota técnica já está batendo nas portas das fábricas, sugerindo que o tempo para ação é curto. Azevedo não especifica quais governos ou tarifas, mas a crítica é clara.
O post de Ricardo Azevedo, publicado na Startupi, serve como um alerta para o setor automotivo e seus investidores. A transição para ecossistemas digitais é apresentada como caminho inevitável para evitar a obsolescência.
