O The Wall Street Journal elaborou um ranking inédito dos grupos de torcedores da Copa do Mundo de 2026. A análise combina o desempenho das seleções em campo com o aproveitamento da viagem pelos fãs. O levantamento considera gols esperados, condições climáticas e até desfiles de torcedores usando kilts. Enquanto algumas nações celebram, outras amargam resultados frustrantes.
Noruega: remando como vikings
A Noruega disputou sua primeira Copa desde 1998 e, segundo o jornal, “remou como viking” até as fases eliminatórias. Os torcedores noruegueses, curiosamente, remam em jogos de beisebol, uma tradição peculiar que chamou a atenção. Apesar do estilo inusitado, a seleção conseguiu avançar, animando a torcida.
O ranking do WSJ destaca a resiliência dos fãs noruegueses, que transformaram cada partida em uma festa. A combinação de desempenho esportivo e entusiasmo da torcida colocou o país em posição de destaque.
Escócia: sede e kilts em Boston
Os escoceses participaram da Copa pela primeira vez desde 1998 e marcaram presença com a tradicional “Tartan Army”. Em Boston, a cidade se lembrará da sede do grupo: eles beberam toda a cerveja disponível. O ranking do WSJ incluiu desfiles de torcedores usando kilts como um dos critérios, o que beneficiou a Escócia.
Apesar do entusiasmo, a seleção não avançou muito, mas a torcida garantiu que a viagem fosse memorável. Boston, segundo o jornal, não esquecerá tão cedo a invasão escocesa.
Curaçao: a menor nação da história
Curaçao é a menor nação da história a se classificar para uma Copa do Mundo. Os torcedores comemoraram o primeiro gol da seleção em Mundiais contra a Alemanha, um momento histórico. No entanto, a defesa sofreu sete gols do outro lado do campo, o que ofuscou a alegria.
Mesmo com a derrota, a presença de Curaçao no torneio já é considerada uma vitória. O ranking do WSJ reconhece o feito, mas o desempenho em campo pesou negativamente.
França: mau humor e tempestade
Os franceses enfrentaram dificuldades mesmo durante a vitória sobre o Iraque. Ficaram mal-humorados, segundo o jornal, e ainda tiveram que lidar com um longo atraso na partida e uma chuva torrencial em Filadélfia. Torcedores foram encharcados pela tempestade.
Houve forte presença tricolor ao longo da Costa Leste, mas o clima e os contratempos afetaram o aproveitamento da viagem. O ranking do WSJ reflete esse desgaste.
Turquia: 62 finalizações, zero gols
Os torcedores da Turquia passaram mais de 180 minutos assistindo aos dois primeiros jogos da equipe, que finalizou 62 vezes sem marcar um gol. A frustração foi imensa, e o desempenho em campo colocou o país entre os piores no ranking do WSJ.
A falta de eficiência ofensiva contrastou com a paixão da torcida, que não teve muito o que comemorar. O jornal destaca o contraste entre o esforço e o resultado.
Inglaterra e Bélgica: nervosismo e lágrimas
Os torcedores da Inglaterra roem as unhas de nervosismo, segundo o ranking, refletindo a tensão dos jogos. Já um garoto belga caiu no choro quando sua seleção se mostrou inútil, em uma cena que simboliza a decepção dos fãs.
O WSJ não detalhou o desempenho específico dessas seleções, mas as reações das torcidas foram registradas como indicadores do aproveitamento da viagem.
Espanha e Argentina: caminho conhecido
Espanha e Argentina já conhecem o caminho de levar a Copa para casa, segundo o ranking. Ambas as seleções têm histórico de sucesso, e suas torcidas sabem como celebrar. O WSJ não forneceu mais detalhes, mas a experiência desses países em Mundiais anteriores os coloca em vantagem.
O ranking do The Wall Street Journal, portanto, oferece um panorama diversificado: enquanto algumas torcidas festejam, outras amargam o Mundial. A combinação de desempenho esportivo e experiência dos fãs define quem está na festa e quem está de luto.
Fonte
- investnews.com.br
- Take Me Home, Country Roads (www.wsj.com)
- Spotify (open.spotify.com)
- Apple Podcasts (podcasts.apple.com)
