Ex-banqueiros lideram ofensiva dos EUA contra domínio chinês
Um grupo de ex-funcionários de Wall Street está na vanguarda do plano do Pentágono para quebrar o domínio da China sobre os minerais críticos. A informação foi divulgada por fontes próximas ao projeto.
A equipe do Pentágono afirmou ter US$ 200 bilhões em capacidade de financiamento para os próximos três anos, o que demonstra a escala do esforço. Derek Scissors, pesquisador sênior do conservador American Enterprise Institute, acompanha de perto as iniciativas.
O governo pretende ser capaz de produzir ímãs suficientes para suprir metade da demanda mundial até 2030. A China produziu 94% dos ímãs de terras raras em 2024, de acordo com a Agência Internacional de Energia.
Terras raras: essenciais para a economia global
As terras raras são essenciais para uma produção de valor agregado que chega a US$ 1,2 trilhão, de acordo com a Bloomberg Economics. Chris Kennedy, analista de política econômica da Bloomberg Economics, comentou: “Eles estão apoiando projetos destinados a fortalecer a base industrial em geral, e não apenas a suprir as necessidades de defesa”. Ele acrescentou: “Isso era algo praticamente impossível” no passado.
O governo se apressou em montar uma cadeia de suprimentos não chinesa para os ímãs permanentes feitos com elementos de terras raras. A dependência atual é quase total: a China domina 94% da produção global de ímãs.
Brasil entra no circuito dos ímãs
Negócios subsequentes vão de um produtor americano de ímãs à mineradora brasileira de terras raras Serra Verde, que depois foi vendida à americana USA Rare Earth num negócio de US$ 2,8 bilhões. A transação coloca o Brasil no centro da estratégia do Pentágono para diversificar a oferta de minerais críticos.
O porta-voz do Pentágono afirmou que Feinberg é “um homem íntegro que se comportou de maneira ética ao longo de toda a sua carreira”. Feinberg desfez-se de suas participações em seus negócios após assumir o cargo, em conformidade com as normas federais de ética.
Envolvimento de Trump Jr. gera questionamentos
Um porta-voz de Trump Jr. afirmou que ele é um investidor passivo na Vulcan por meio de um fundo. Trump Jr. “nunca interage com o governo federal em nome de qualquer empresa na qual investe ou para a qual presta consultoria”. A declaração busca evitar conflitos de interesse, mas a fonte não detalhou o valor do investimento.
O plano do Pentágono segue em andamento, com o Brasil como peça-chave na nova cadeia de suprimentos de terras raras. A meta de produzir metade dos ímãs mundiais até 2030 depende da concretização desses negócios.
Fonte
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