Avanço na computação clássica desafia supremacia quântica
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Uma nova pesquisa publicada na revista Science, em 7 de julho de 2026, pela Redação do Site Inovação Tecnológica, demonstrou que um computador eletrônico convencional, equipado com ferramentas e códigos matemáticos inovadores, conseguiu solucionar um complexo problema de física quântica. Até então, acreditava-se que apenas computadores quânticos poderiam realizar tal tarefa. O resultado coloca em xeque o conceito de supremacia quântica, desmentindo uma alegação anterior publicada na mesma revista no ano passado.

Redes tensoriais superam expectativas

O segredo do avanço está nas redes tensoriais, que permitiram resolver problemas de física quântica antes considerados exclusivos dos computadores quânticos. Os pesquisadores aplicaram essas redes a estudos do comportamento de sistemas quânticos, obtendo resultados que concordaram com os relatados pelos grupos de computação quântica — mas sem a necessidade de um hardware quântico. A eficiência dos novos algoritmos é tão grande que os cientistas conseguiram até mesmo usar um notebook pessoal para realizar os cálculos.

Supremacia quântica contestada

O feito desmente diretamente uma alegação de supremacia quântica publicada pela revista Science no ano passado. Na ocasião, pesquisadores haviam afirmado que um computador quântico havia resolvido um problema intratável para máquinas clássicas. Agora, com as redes tensoriais e códigos inovadores, a mesma classe de problemas foi solucionada em um computador eletrônico convencional, demonstrando que a fronteira entre o clássico e o quântico pode ser mais tênue do que se imaginava.

Detalhes da pesquisa

O estudo, intitulado “Dynamics of disordered quantum systems with two- and three-dimensional tensor networks”, foi conduzido por Joseph Tindall, Antonio Francesco Mello, Matthew Fishman, E. Miles Stoudenmire e Dries Sels. Publicado na Science (Vol. 392, Issue 6800, pp. 868-872, DOI: 10.1126/science.adx2728), o artigo descreve como as redes tensoriais foram aplicadas para simular sistemas quânticos desordenados em duas e três dimensões. A fonte não detalhou os próximos passos, mas o resultado já representa um marco na computação clássica.

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