Quase metade de Kiev sem aquecimento e energia após ataques russos
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Crise energética atinge capital ucraniana

Um bombardeamento russo durante a noite deixou milhares de edifícios residenciais em Kiev sem aquecimento e água. As temperaturas caíram para -14ºC, agravando a situação para os residentes afetados.

Quase metade da capital enfrenta apagões elétricos, segundo informações disponíveis. O ataque ocorreu cerca de 10 dias após o maior ataque à rede energética de Kiev desde o início da invasão russa, há quase quatro anos.

Impacto repetido em infraestrutura

O ataque anterior, em 9 de janeiro, já havia deixado metade de Kiev sem aquecimento. Muitos residentes ficaram sem eletricidade por dias, com temperaturas negativas.

A maioria dos edifícios afetados na terça-feira também sofreram cortes no início do mês. Após o ataque mais recente, 5.635 edifícios residenciais ficaram sem aquecimento.

Medidas de emergência implementadas

  • Grande parte de Kiev ficou sem água corrente
  • Escolas foram fechadas até fevereiro
  • Iluminação pública foi reduzida

Essas medidas visam lidar com a escassez de energia, mas dificultam ainda mais a vida dos moradores.

Ataques se espalham por várias regiões

O ataque de centenas de drones e mísseis visou instalações energéticas em toda a Ucrânia. As forças russas atingiram infraestruturas durante a noite em pelo menos sete regiões.

Dados do ataque em larga escala

  • Rússia disparou cerca de 339 drones de combate de longo alcance
  • Foram lançados 34 mísseis durante a investida noturna

Impacto regional específico

Na região ocidental de Rivne, um ataque danificou “infraestruturas críticas”. O incidente deixou 10.000 famílias sem eletricidade.

O dirigente da região sul de Odessa relatou que um drone russo colidiu com um edifício residencial. Instalações de energia também foram atingidas na área.

Na região oriental de Poltava, as autoridades locais afirmaram que um ataque provocou um incêndio em instalação industrial.

Vítimas e situação crítica

O ataque matou pelo menos um homem de 50 anos perto de Kiev. A capital ucraniana tenta restaurar serviços vitais destruídos em bombardeamentos anteriores.

A situação permanece crítica, mas a fonte não detalhou o tempo estimado para normalização dos serviços.

Reações oficiais e contexto internacional

Críticas ao governo russo

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Andriy Sybiga, criticou o presidente russo Vladimir Putin em resposta aos ataques. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, sugeriu que iria faltar ao Fórum Econômico Mundial na Suíça.

Essa possível ausência pode estar relacionada à crise interna, embora a fonte não tenha confirmado o motivo específico.

Desafios na defesa ucraniana

Zelenskyy disse que a Ucrânia recebeu um carregamento de munições para sistemas de defesa aérea um dia antes do ataque. A fonte não detalhou se esses suprimentos foram suficientes para mitigar os danos causados pela investida russa.

A situação destaca os desafios contínuos enfrentados pela Ucrânia na proteção de sua infraestrutura crítica.

Preocupação humanitária internacional

A comunidade internacional observa com preocupação o agravamento das condições no país. A falta de aquecimento e energia em pleno inverno rigoroso representa risco significativo para civis.

As autoridades locais trabalham para aliviar os efeitos dos cortes, mas a escala dos danos exige esforços prolongados. A fonte não detalhou prazos concretos para restauração completa.

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