Nova obsessão na Faria Lima: qualidade do sono dos CEOs
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Nos encontros corporativos na Faria Lima, o assunto mudou: antes era desempenho esportivo; agora, é a qualidade do sono. CEOs e executivos compartilham dados de descanso, antes restritos a laboratórios, como parte das interações sociais.

Dispositivos viram símbolo de status

Alexandre Riccio, do banco Inter, adotou dispositivos como Oura Ring e Whoop para monitorar sono e saúde. Tiago Santos, da Danone Brasil, também aderiu. A tecnologia cria uma nova dinâmica social, com rivalidades sobre quem usa qual aparelho. Riccio monitora indicadores como prontidão, qualidade do sono e resiliência. Santos é do time da Whoop.

Mudanças de hábitos baseadas em dados

Há três anos, Santos começou a prestar mais atenção ao sono após uma recuperação lenta de Covid-19. Com base nos dados, mudou os treinos da noite para a manhã e buscou regularidade na rotina, com horários previsíveis para dormir e acordar. Riccio, com o anel Oura, aumentou as horas de sono.

Idade biológica como métrica de sucesso

Renato Franklin, CEO da Casas Bahia, tem 45 anos, mas sua pulseira Whoop indica idade biológica de 39 anos. A métrica se torna mais um dado compartilhado e comparado entre executivos.

Tecnologia a serviço do descanso

O Oura Ring é um anel inteligente que monitora saúde 24 horas, com foco em sono, recuperação e temperatura corporal. A pulseira Whoop mede sono, esforço e recuperação. Empresas como Eight Sleep inovam com camas que ajustam temperatura e padrões de sono, controlando automaticamente a temperatura do leito e acompanhando métricas como frequência cardíaca e respiração. O que atrai não é apenas o monitoramento, mas a inteligência que orienta como melhorar.

Especialistas fazem alerta

Especialistas alertam que o monitoramento excessivo pode gerar preocupação. Hábitos básicos de sono ainda são essenciais. A busca por dados não deve substituir o descanso natural e a escuta do próprio corpo.

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