PRIO3: S&P eleva nota após compra de Peregrino
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Melhora na classificação de crédito

A S&P Global elevou o rating da Prio (PRIO3) para ‘BB’, ante ‘BB-‘. Além disso, a S&P Global National Rating aumentou a classificação da companhia de ‘brAA+’ para ‘brAAA’.

A perspectiva foi alterada para estável, indicando maior confiança na trajetória da empresa. Essas mudanças refletem avaliação positiva sobre o desempenho financeiro e operacional da petrolífera.

Vantagens da elevação do rating

A revisão ocorre em momento estratégico para a companhia, que expande suas operações no setor de óleo e gás. A elevação do rating pode facilitar o acesso a financiamentos em condições mais favoráveis.

A perspectiva estável sugere que a agência não espera novas alterações significativas no curto prazo.

Impacto na produção diária

A transação adicionará cerca de 40 mil barris de petróleo equivalente por dia (kboe/d) à produção da companhia. Com isso, a produção diária será de mais de 150 kboe/d.

Esse aumento representa crescimento substancial na capacidade operacional. Consolida a posição da Prio como uma das principais produtoras independentes do país.

Contexto do mercado

O incremento ocorre em momento de demanda aquecida por combustíveis fósseis no mercado global. Fortalece a base de receitas da empresa.

Cronograma da aquisição

A aquisição da participação remanescente de 20% na Peregrino deverá ser concluída em meados de 2026. Até lá, a produção média da Prio deverá ser de cerca de 190 kboe/d em 2026.

O prazo permite à empresa organizar a integração dos ativos de forma gradual. Oferece previsibilidade para investidores e parceiros.

Processo de transição

Envolve ajustes operacionais e financeiros implementados nos próximos anos. A fase final representa marco importante na consolidação do negócio.

Detalhes do pagamento

O pagamento por esta etapa foi de US$ 1,545 bilhão. Valor significativo que demonstra o comprometimento da companhia com a expansão.

O pagamento foi ajustado a partir de 1º de janeiro de 2024, considerando atualizações contratuais. Foi acrescido de juros, conforme termos estabelecidos entre as partes.

Estrutura financeira

Reflete o valor de mercado dos ativos adquiridos e as expectativas de retorno. A estrutura foi desenhada para preservar a saúde do caixa da empresa.

Inclui mecanismos de proteção contra volatilidade, em contraste com operações anteriores.

Mudanças no consórcio

A Prio passa a deter 80% do consórcio, assumindo controle majoritário sobre as operações. A Equinor mantém os 20% até o fim da segunda fase.

A Prio assume oficialmente a operação dos campos, marcando nova fase na gestão dos ativos.

Redistribuição de participações

Altera o equilíbrio de poder dentro do consórcio. A experiência da Prio na operação de campos maduros foi fator considerado.

A Equinor mantém interesse estratégico no projeto através de sua participação remanescente.

Perspectivas futuras

A consolidação desta operação representa passo importante na estratégia de crescimento da Prio. Os próximos anos serão decisivos para verificar se os benefícios esperados se materializam conforme planejado.

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