A Meta pode cortar 10% de sua força de trabalho, em um movimento que marca a maior reestruturação da companhia desde o “Year of Efficiency”, campanha iniciada por Mark Zuckerberg entre 2022 e 2023, quando a empresa já havia reduzido cerca de 21 mil empregos. A informação foi divulgada pelo portal Startups, que afirmou que a medida reforça a estratégia liderada por Zuckerberg de redirecionar capital e talentos para a corrida da inteligência artificial (IA).

Demissões fazem parte de esforço contínuo

Em memorando interno, Janelle Gale, chief people officer da Meta, afirmou que as demissões fazem parte de um esforço contínuo para operar a companhia com mais eficiência e compensar os investimentos em outras prioridades estratégicas. A fonte não detalhou quais áreas seriam mais afetadas, mas a comunicação interna sugere que a redução de pessoal está diretamente ligada à necessidade de realocar recursos para projetos de IA.

Investimentos em infraestrutura de IA

Parte relevante desse montante está sendo destinada à expansão de data centers e à infraestrutura necessária para sustentar cargas de IA em escala. A Meta tem priorizado a construção de capacidade computacional para treinar e executar modelos de inteligência artificial, o que exige investimentos bilionários em servidores e redes.

Uso interno de agentes de IA

Internamente, a companhia tem incentivado funcionários a usar agentes de IA em tarefas como programação. A adoção de ferramentas baseadas em inteligência artificial visa aumentar a produtividade das equipes de engenharia, liberando talentos para focar em inovação. A fonte não detalhou quais métricas são usadas para avaliar o impacto dessa iniciativa.

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