EUA atacam 3 embarcações de tráfico e matam 11 pessoas
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Ataques a embarcações resultam em 11 mortes

As forças armadas dos Estados Unidos afirmaram ter efetuado ataques a três alegados barcos de droga, resultando na morte de 11 pessoas. Os incidentes ocorreram no leste do Oceano Pacífico e no Mar das Caraíbas.

Essa ação marca um dos dias mais mortíferos da campanha da administração Trump contra alegados traficantes. O Comando Sul dos EUA disse ter como alvo traficantes ao longo de rotas de contrabando conhecidas.

Detalhes dos ataques

  • Duas embarcações com quatro pessoas cada foram atingidas no leste do Oceano Pacífico
  • Uma terceira embarcação com três pessoas foi atingida no Mar das Caraíbas
  • Os ataques aumentaram o número de vítimas mortais para pelo menos 145

Falta de provas sobre transporte de drogas

Os militares não forneceram provas de que as embarcações transportavam droga. Os vídeos publicados pelo Comando Sul no X mostram os barcos em movimento antes de as explosões os incendiarem.

As imagens, no entanto, não confirmam a presença de substâncias ilícitas a bordo. A ausência de evidências concretas levanta questões sobre os critérios utilizados para os ataques.

Justificativa da administração Trump

A administração Trump começou a visar pessoas a que se refere como “narcoterroristas” a bordo de pequenas embarcações nas águas das Caraíbas, desde setembro. O presidente Donald Trump afirmou que Washington está em “conflito armado” com os cartéis na América Latina.

Donald Trump justificou os ataques como uma escalada necessária para travar o fluxo de droga. Essa falta de comprovação direta contrasta com a justificativa oficial para as ações.

Contexto das operações militares

Desde a captura de Maduro, as forças armadas norte-americanas comunicaram vários ataques a embarcações. As forças dos EUA apreenderam petroleiros ligados à Venezuela.

A apreensão de petroleiros faz parte dos esforços mais amplos da administração Trump para assumir o controlo do petróleo do país sul-americano. Essas ações indicam uma estratégia multifacetada na região.

Movimentação de forças navais

No final do ano passado, a administração Trump enviou o maior porta-aviões do mundo para as Caraíbas. À medida que as tensões entre os EUA e o Irão aumentam, foi-lhe dito na semana passada que se dirigisse para o Médio Oriente.

O porta-aviões USS Gerald R. Ford e os três contratorpedeiros que o acompanham encontravam-se no meio do Atlântico na terça-feira. Já não estavam na área de operações do Comando Sul dos Estados Unidos na terça-feira.

Informação sobre localização

A informação sobre a localização do porta-aviões foi fornecida por um oficial da Marinha não identificado citado nos meios de comunicação social. O Ford irá reforçar um conjunto de navios de guerra dos EUA no Médio Oriente que inclui o porta-aviões USS Abraham Lincoln.

Essa realocação reflete a dinâmica geopolítica em constante mudança. A presença militar norte-americana continua a ser um fator chave em várias frentes.

Impacto e observações

Os recentes ataques a embarcações destacam os desafios persistentes no combate ao tráfico de drogas. As operações militares, embora intensificadas, geram debates sobre eficácia e transparência.

A campanha da administração Trump segue como uma iniciativa controversa, com impactos humanos significativos. O cenário regional permanece sob observação atenta, à medida que novas informações surgem.

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