Rede D'Or investe em figital para melhorar experiência do paciente
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A Rede D’Or está avançando em sua transformação digital com um princípio claro: a tecnologia deve melhorar, de forma concreta, a experiência do paciente, do médico e das equipes assistenciais.

A aposta no chamado “figital” – a fusão entre físico e digital – tem como objetivo potencializar essa jornada, com frentes que já impactam diretamente o cliente.

A iniciativa é liderada por Kleber Linhares, vice-presidente de Tecnologia da Informação da companhia, que assumiu o desafio de comandar a agenda digital em 2025.

Transformação digital com respeito à cultura organizacional

Kleber Linhares encontrou uma rede com excelência assistencial muito forte, foco absoluto no paciente e uma interação intensa com os médicos.

Por isso, a transformação digital precisava respeitar a cultura da Rede D’Or e, ao mesmo tempo, potencializá-la.

Observação direta da operação

O executivo mantém uma rotina frequente de visitas às unidades da rede para observar a operação real e validar dados com a experiência do dia a dia.

Essa conexão constante com a linha de frente é considerada um combustível essencial para a mudança.

Equalização de sistemas

Além disso, a companhia tem um esforço grande de equalização de informações e sistemas para os próximos anos.

O objetivo é garantir que a tecnologia sirva como uma ferramenta de apoio, e não como um obstáculo.

Essa abordagem visa criar um ambiente onde o médico, a enfermeira e o paciente enxerguem valor real no que estão fazendo, promovendo mais fluidez e eficiência.

Desburocratização como prioridade estratégica

O foco central da transformação digital na Rede D’Or é desburocratizar.

Em situações de urgência, por exemplo, cada segundo faz diferença, e o papel da tecnologia é justamente tirar atrito do processo para atender à expectativa do paciente.

A empresa decidiu avançar em frentes que impactam diretamente a jornada do cliente, priorizando iniciativas que tragam resultados tangíveis.

Inteligência artificial como habilitadora

Nesse contexto, a inteligência artificial entra como uma habilitadora importante, especialmente em processos repetitivos e de alto volume.

Na visão do vice-presidente de TI, a tecnologia deve assumir o que é automatizável, liberando as equipes para atividades que exigem julgamento humano e acolhimento.

Essa divisão de tarefas busca otimizar o tempo dos profissionais, permitindo que se dediquem ao cuidado diferenciado.

IA no suporte à decisão médica e assistência digital

O uso de inteligência artificial na Rede D’Or se estende à leitura de laudos e ao apoio à decisão médica.

O objetivo é qualificar o atendimento na ponta, fornecendo ferramentas que auxiliem os profissionais sem substituí-los.

Dora: a assistente digital

Um exemplo concreto é Dora, a assistente digital da rede, que resolve tarefas já conhecidas.

Isso permite que as pessoas se concentrem no que a máquina ainda não consegue fazer: o cuidado, o bom senso e o atendimento personalizado.

Essa aplicação prática da tecnologia reflete a disciplina e a escuta ativa que, segundo a companhia, são o verdadeiro combustível da transformação digital na saúde.

Resultados esperados e equilíbrio entre inovação e humanização

A meta é alcançar resultados reais, como:

  • Melhor experiência para o paciente
  • Mais fluidez para o médico
  • Maior eficiência na operação

Dessa forma, a Rede D’Or busca equilibrar inovação e humanização, sempre com foco no valor gerado para todos os envolvidos.

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