Lukashenko perdoa 31 ucranianos a pedido de Trump
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Libertação de ucranianos na Bielorrússia

O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, concedeu perdão a 31 cidadãos ucranianos detidos no país. A medida ocorreu após solicitação do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A entrega dos libertados à parte ucraniana aconteceu ao meio-dia. Todos os envolvidos já retornaram ao território ucraniano, conforme confirmado pela sede de coordenação para tratamento de prisioneiros de guerra.

Perfil dos detidos libertados

Os homens e mulheres libertados cumpriam penas de prisão entre 2 e 11 anos. Entre eles estavam pessoas com doenças graves, incluindo casos oncológicos.

O mais jovem dos detidos tinha 18 anos, enquanto o mais velho possuía 58 anos. A fonte não detalhou os crimes específicos pelos quais foram condenados.

Papel dos Estados Unidos na mediação

Autoridades ucranianas expressaram gratidão aos Estados Unidos e ao presidente Donald Trump pelo trabalho no retorno de civis e militares ucranianos. A mediação ocorreu em contexto de contatos ativos entre Minsk e a administração americana.

Como resultado, dezenas de presos políticos foram libertados das prisões bielorrussas. Quase todos foram deportados do país posteriormente.

Justificativa oficial

O serviço de imprensa do Presidente da Bielorrússia justificou a medida com base no estado de saúde dos condenados. Também mencionou a necessidade de desenvolver relações entre a Bielorrússia e a Santa Sé.

Contexto das condenações e retorno

As condenações dos ucranianos abrangiam crimes diversos com sentenças de 2 a 11 anos de prisão. A presença de indivíduos com condições médicas sérias levantou preocupações sobre acesso a tratamentos adequados.

A libertação permitiu que esses casos recebessem atenção médica especializada em seu país de origem. A sede de coordenação ucraniana assegurou que todos os libertados já regressaram a casa.

Impacto nas relações internacionais

A mediação de Donald Trump reflete o envolvimento contínuo dos Estados Unidos em assuntos de direitos humanos na região. Os contatos entre Minsk e a administração americana intensificaram-se nos últimos meses.

O pedido de perdão vinculado ao desenvolvimento das relações com a Santa Sé sugere esforços da Bielorrússia para ampliar seu diálogo internacional. A medida foi recebida com alívio pelas famílias dos libertados.

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