O Hospital Brasília, da Rede Américas, alcançou o primeiro lugar no Distrito Federal em transplantes renais com doador vivo, considerando o acumulado entre 2020 e 2026. Nesse período, a unidade realizou 51 procedimentos dessa modalidade e 72 transplantes renais no total, consolidando seu programa entre os mais relevantes da região. Além do volume de procedimentos, a unidade é o único serviço do DF a realizar o transplante renal por cirurgia robótica.
Liderança regional em transplantes com doador vivo
O Hospital Brasília, da Rede Américas, alcançou o primeiro lugar no Distrito Federal em transplantes renais com doador vivo, considerando o acumulado entre 2020 e 2026. Nesse período, a unidade realizou 51 procedimentos dessa modalidade e 72 transplantes renais no total, consolidando seu programa entre os mais relevantes da região. Além do volume de procedimentos, a unidade é o único serviço do DF a realizar o transplante renal por cirurgia robótica.
O resultado ganha importância diante do avanço da doença renal crônica, que acomete mais de 20 milhões de brasileiros, cerca de uma em cada dez pessoas, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Nos estágios mais avançados, a diálise pode ser necessária para substituir parte das funções dos rins: o Censo Brasileiro de Diálise 2024 estima que 172.585 pacientes estavam em tratamento dialítico no país.
No Distrito Federal, o Registro Brasileiro de Transplantes, da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), contabilizou 118 transplantes renais em 2025, sendo 20 com doadores vivos e 98 com doadores falecidos. Ao final do ano, 710 pessoas aguardavam por um rim na lista de espera.
Doença renal crônica afeta milhões
O resultado ganha importância diante do avanço da doença renal crônica, que acomete mais de 20 milhões de brasileiros, cerca de uma em cada dez pessoas, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Nos estágios mais avançados, a diálise pode ser necessária para substituir parte das funções dos rins: o Censo Brasileiro de Diálise 2024 estima que 172.585 pacientes estavam em tratamento dialítico no país.
No Distrito Federal, o Registro Brasileiro de Transplantes, da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), contabilizou 118 transplantes renais em 2025, sendo 20 com doadores vivos e 98 com doadores falecidos. Ao final do ano, 710 pessoas aguardavam por um rim na lista de espera.
Cirurgia robótica como diferencial
Além do volume de procedimentos, a unidade é o único serviço do DF a realizar o transplante renal por cirurgia robótica. O resultado ganha importância diante do avanço da doença renal crônica, que acomete mais de 20 milhões de brasileiros, cerca de uma em cada dez pessoas, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Nos estágios mais avançados, a diálise pode ser necessária para substituir parte das funções dos rins: o Censo Brasileiro de Diálise 2024 estima que 172.585 pacientes estavam em tratamento dialítico no país.
No Distrito Federal, o Registro Brasileiro de Transplantes, da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), contabilizou 118 transplantes renais em 2025, sendo 20 com doadores vivos e 98 com doadores falecidos. Ao final do ano, 710 pessoas aguardavam por um rim na lista de espera.
Cenário local e lista de espera
No Distrito Federal, o Registro Brasileiro de Transplantes, da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), contabilizou 118 transplantes renais em 2025, sendo 20 com doadores vivos e 98 com doadores falecidos. Ao final do ano, 710 pessoas aguardavam por um rim na lista de espera.
O Hospital Brasília, da Rede Américas, alcançou o primeiro lugar no Distrito Federal em transplantes renais com doador vivo, considerando o acumulado entre 2020 e 2026. Nesse período, a unidade realizou 51 procedimentos dessa modalidade e 72 transplantes renais no total, consolidando seu programa entre os mais relevantes da região. Além do volume de procedimentos, a unidade é o único serviço do DF a realizar o transplante renal por cirurgia robótica.
