Autoridades israelenses prometeram, nesta quinta-feira (31), chegar à origem do ataque ocorrido em um voo da Flydubai que seguia de Dubai para Tel Aviv. O incidente, registrado na quarta-feira (30), envolveu o copiloto da aeronave, que esfaqueou o comandante em pleno voo. A ação é descrita por Israel como uma aparente tentativa de derrubar o avião, que transportava mais de 170 pessoas.
O desastre foi evitado depois que o piloto ferido conseguiu destrancar a porta da cabine. Passageiros então dominaram o agressor, e uma tripulação de reserva que estava a bordo assumiu os controles, pousando a aeronave na Arábia Saudita. As motivações e o histórico do copiloto ainda não são conhecidos pelas autoridades.
Investigação em andamento na Arábia Saudita
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o agressor está sendo investigado na Arábia Saudita, onde o avião pousou no aeroporto de Tabuk. Segundo ele, a expectativa é que o suspeito seja levado para os Emirados Árabes Unidos. “Estaremos acompanhando e, possivelmente, também participando dessa investigação”, declarou Netanyahu em entrevista ao apresentador da Fox News Sean Hannity.
Até o momento, a Arábia Saudita não divulgou nenhum comunicado sobre suas investigações. A falta de informações oficiais mantém em aberto questões sobre a cooperação entre os países envolvidos no caso. A fonte não detalhou os próximos passos da apuração.
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Divergências na classificação do incidente
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, classificou o copiloto como terrorista e afirmou que informações preliminares indicavam a intenção de derrubar o avião. Já Netanyahu referiu-se ao caso apenas como “um grave incidente de segurança”. A diferença de terminologia reflete cautela na avaliação oficial do episódio.
Não houve nenhuma sugestão oficial por parte de Israel de envolvimento iraniano. A ausência de acusações diretas contrasta com o tom adotado em outros incidentes de segurança na região. A fonte não detalhou se novas avaliações podem mudar esse quadro.
Identidade do agressor e silêncio de Omã
Uma autoridade israelense identificou o agressor como um cidadão de Omã. As autoridades de Omã não se pronunciaram sobre a notícia. O silêncio do país de origem do suspeito adiciona uma camada de incerteza ao caso.
A nacionalidade do copiloto pode ter implicações diplomáticas, mas nenhuma reação oficial foi registrada até agora. A fonte não detalhou se houve contato entre Israel e Omã sobre o incidente.
Queda brusca e ação dos passageiros
O voo despencou quase 14 mil pés em menos de 30 segundos enquanto sobrevoava a Arábia Saudita. A rápida perda de altitude ocorreu antes que passageiros e tripulação conseguissem neutralizar o agressor. A ação coordenada a bordo foi crucial para evitar uma tragédia.
O comandante ferido, mesmo após ser esfaqueado, conseguiu destrancar a porta da cabine, permitindo a intervenção. A tripulação de reserva presente no voo assumiu o controle e realizou o pouso de emergência. O episódio destaca a importância do treinamento e da resposta rápida em situações críticas.
Repercussão e próximos passos
O incidente gerou preocupação sobre a segurança de voos na região. Autoridades israelenses monitoram o caso de perto, enquanto a investigação segue em curso. A cooperação entre Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Israel será essencial para esclarecer os fatos.
Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde do comandante ferido. A fonte não detalhou se houve outros feridos. A comunidade internacional aguarda esclarecimentos sobre as motivações do ataque.
Fonte
- agenciabrasil.ebc.com.br
- Rádios (radios.ebc.com.br)
- TV Brasil Repórter Brasil de 1º de outubro de 2026; assista na íntegra (tvbrasil.ebc.com.br)
