Delcy Rodríguez negociou com EUA transição sem Maduro
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Negociações secretas reveladas

Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela, conduziu negociações secretas com os Estados Unidos. O objetivo era uma transição política que excluiria Nicolás Maduro do poder.

As conversas ocorreram em meio ao crescente isolamento internacional do regime venezuelano. A proposta previa a substituição de Maduro por um governo de transição.

Detalhes da proposta

O plano incluía:

  • Governo chefiado por Delcy Rodríguez e Miguel Rodríguez Torres
  • Exílio de Maduro no Qatar ou Turquia
  • Busca por saída negociada para a crise política

Rejeição da administração Trump

A administração Trump rejeitou as ofertas apresentadas pelos representantes venezuelanos. O governo norte-americano classificou as propostas como tentativa de preservar estruturas criminosas do regime.

“O Cártel Ligero não era uma opção viável”, disse uma fonte ao jornal. Washington endureceu sua posição após essa decisão.

Estratégia do “Cártel Ligero”

Alguns setores da administração norte-americana interpretaram as aberturas como parte da estratégia “Cártel Ligero”. Esse plano visava facilitar uma transição gerida sem ruptura completa com o chavismo.

A abordagem buscava mudança política gradual mantendo elementos do atual regime. A rejeição dos EUA indicou que essa via não era aceitável.

Silêncio oficial e tensões crescentes

Representantes dos Estados Unidos mantiveram silêncio sobre o assunto. Grenell, figura envolvida nas tratativas, não quis comentar as alegações.

O Departamento de Estado não respondeu às perguntas do jornal. A publicação do Miami Herald coincide com fase de crescente tensão entre Washington e Caracas.

Operações militares e ataques letais

Os Estados Unidos intensificaram operações militares nas Caraíbas. Houve seis ataques letais em dois meses, com pelo menos 27 mortos.

Essas ações ocorrem paralelamente às revelações sobre negociações secretas. Trump autorizou a CIA a conduzir operações secretas na Venezuela e nas Caraíbas.

Expansão das operações

A autorização baseia-se em “determinação presidencial” recentemente assinada. Isso amplia o leque de medidas contra o governo venezuelano.

Impacto nas relações bilaterais

A rejeição das propostas reflete a complexidade das relações entre os dois países. A administração Trump optou por linha dura contra o chavismo.

Essa postura tem implicações diretas na crise venezuelana. A falta de comentários oficiais deixa espaço para especulações sobre futuras iniciativas.

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