Ufam e Inpa promovem divulgação científica na Amazônia
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A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) uniram forças para capacitar a comunidade e estudantes no uso de redes sociais como ferramentas de popularização do conhecimento científico e conservação amazônica. A iniciativa, vinculada ao Grupo de Pesquisa ATIVA/Ufam, integra o Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX/UFAM-00072/2026/01). As oficinas, gratuitas e com emissão de certificado, ocorrerão na Sala Multiuso do Bosque da Ciência, em Manaus, entre setembro e novembro de 2026.

O projeto, denominado EcoInfluenciadores, busca transformar participantes em multiplicadores de informação científica qualificada sobre a Amazônia. A coordenação geral é do Prof. Dr. Ulysses do Nascimento Varela, da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC/Ufam), com vice-coordenação da Profa. Dra. Cristiane Barbosa, também da FIC/Ufam. A colaboração do Bosque da Ciência fica a cargo de Jorge Lobato, do Inpa. Ainda integram a equipe as colaboradoras Cimone Barros Sousa, mestranda em Informação e Comunicação, e Maria Clara Furtado de Oliveira, graduanda de jornalismo.

Oficinas para públicos distintos e vagas limitadas

A programação está dividida em três oficinas, cada uma com 15 vagas e carga horária distribuída em dois encontros. A primeira oficina, destinada a um público específico — estudantes, professores, jornalistas, divulgadores científicos e influencers —, ocorrerá nos dias 19 e 26 de setembro de 2026, das 9h às 12h (horário de Manaus). As demais oficinas são abertas ao público geral: a segunda será em 10 e 17 de outubro, e a terceira em 14 e 21 de novembro, ambas também com 15 vagas e no mesmo horário.

A separação entre público específico e geral sugere uma abordagem pedagógica adaptada às necessidades de cada grupo. Enquanto a primeira oficina pode aprofundar técnicas avançadas de comunicação científica para profissionais e estudantes da área, as oficinas seguintes tendem a oferecer uma introdução mais acessível para qualquer interessado em aprender a divulgar ciência nas redes sociais. A fonte não detalhou o conteúdo programático de cada oficina, mas a estrutura indica uma progressão de complexidade.

Localização estratégica no Bosque da Ciência

As atividades serão realizadas na Sala Multiuso do Bosque da Ciência, localizado na Avenida Bem-Te-Vi, s/n, no bairro Petrópolis, em Manaus. O Bosque da Ciência é um espaço de visitação pública mantido pelo Inpa, conhecido por abrigar trilhas ecológicas, viveiros de animais amazônicos e exposições científicas. A escolha do local reforça a integração entre pesquisa, extensão e divulgação científica em um ambiente imersivo na biodiversidade amazônica.

A realização das oficinas nesse espaço permite que os participantes vivenciem, na prática, o objeto de estudo: a Amazônia. Além disso, a infraestrutura da Sala Multiuso oferece condições adequadas para atividades teóricas e práticas, como acesso a equipamentos audiovisuais e internet, embora a fonte não tenha detalhado esses recursos. A localização central facilita o deslocamento de moradores de diferentes zonas de Manaus.

Inscrições gratuitas e certificação

A participação nas oficinas é gratuita, e os participantes receberão certificado ou declaração ao final das atividades. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail portalficnews@gmail.com, que também serve para esclarecer dúvidas adicionais. A gratuidade é um fator relevante para ampliar o acesso à educação científica, especialmente para estudantes de baixa renda e profissionais em início de carreira.

O número limitado de vagas — 15 por oficina — sugere um formato de turma reduzida, o que pode favorecer a interação entre instrutores e participantes e a realização de atividades práticas individuais. A fonte não informou se haverá lista de espera ou critérios de seleção para as vagas, tampouco se as oficinas serão presenciais ou híbridas. Recomenda-se aos interessados que entrem em contato pelo e-mail fornecido para obter informações atualizadas.

Impacto na divulgação científica regional

A iniciativa responde a uma demanda crescente por comunicação científica eficaz na Amazônia, região frequentemente retratada de forma superficial ou estereotipada na mídia nacional e internacional. Ao capacitar estudantes, jornalistas e influenciadores locais, o projeto EcoInfluenciadores pretende fortalecer a produção de conteúdo digital baseado em evidências, com potencial de alcançar audiências amplas por meio das redes sociais.

Além disso, a parceria entre Ufam e Inpa — duas das principais instituições de pesquisa da região — demonstra um esforço conjunto para aproximar a ciência da sociedade. A vinculação ao PIBEX reforça o caráter extensionista do projeto, que transcende os muros da universidade e se insere na comunidade. A fonte não detalhou os resultados esperados ou indicadores de sucesso, mas a realização de três edições já sinaliza continuidade e interesse do público.

Como participar e contato

Para se inscrever ou obter mais informações, os interessados devem enviar e-mail para portalficnews@gmail.com. A fonte não especificou prazos de inscrição, documentos necessários ou pré-requisitos, portanto é recomendável consultar a organização com antecedência. As oficinas acontecerão em setembro, outubro e novembro de 2026, sempre pela manhã, das 9h às 12h, no horário de Manaus.

O post original sobre a iniciativa foi publicado no portal i9Brasil, que destacou a parceria entre Ufam e Inpa na promoção da divulgação científica no Bosque da Ciência. A divulgação em veículos locais e especializados pode ampliar o alcance da chamada e atrair participantes de diferentes perfis, desde curiosos até profissionais de comunicação.

Em resumo, as oficinas do Projeto EcoInfluenciadores representam uma oportunidade concreta de formação em comunicação científica na Amazônia, com acesso gratuito, certificação e imersão em um dos principais espaços de educação ambiental da região. A combinação de conhecimento acadêmico, experiência prática e engajamento comunitário pode gerar impactos positivos na conservação da biodiversidade e na valorização da ciência produzida localmente.

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