Os Estados Unidos impuseram sanções ao presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, nesta quinta-feira (4), conforme divulgado no site do Departamento do Tesouro. A ação é a mais recente de Washington para intensificar a pressão sobre os líderes comunistas da ilha, em meio a declarações do presidente Donald Trump, que classificou Cuba como uma “nação falida”.
Sanções abrangem autoridades e entidades
Além de Díaz-Canel, as sanções visam outras quatro pessoas e cinco entidades, incluindo o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba. A medida amplia o cerco econômico e diplomático dos EUA contra o governo cubano. Até o momento, o governo cubano não respondeu a um pedido de comentário sobre as sanções.
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Perfil do presidente sancionado
Miguel Díaz-Canel, de 66 anos, é presidente de Cuba desde que assumiu o cargo em 2018, sucedendo Raúl Castro. Raúl Castro é irmão do ex-líder cubano Fidel Castro. A sanção contra Díaz-Canel representa um passo significativo na escalada de tensões entre os dois países.
Contexto de pressão crescente
As sanções foram anunciadas enquanto o presidente Donald Trump disse a repórteres que Cuba era uma “nação falida” e que os EUA queriam que Cuba fosse “bem administrado”. No mês passado, o governo dos EUA já havia imposto sanções a 11 autoridades cubanas, incluindo o ministro das Comunicações, vários líderes militares e a principal agência de inteligência do país.
Acusações anteriores contra Raúl Castro
Os EUA também acusaram Raúl Castro de assassinato por seu suposto envolvimento em um incidente de 1996, quando jatos cubanos derrubaram aviões operados por um grupo de exilados cubanos. Esse episódio histórico contribui para o contexto de hostilidades que permeia as relações bilaterais.
Fonte
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