Com a expectativa pelo remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, muitos jogadores buscam revisitar a franquia antes da nova versão. A lista a seguir reúne dez títulos que marcaram diferentes gerações, do clássico de Nintendinho ao aclamado mundo aberto do Switch. As informações foram compiladas a partir de declarações oficiais e materiais de divulgação.
O começo de tudo no Nintendinho
Lançado em 1986, The Legend of Zelda apresentou os primeiros passos de elementos que se tornaram clássicos: a Triforce, o avanço de Ganon contra Hyrule e o apoio da princesa Zelda. O game é conhecido por fundamentar não apenas a franquia, mas também o design de mundo aberto, servindo de base para diversas experiências produzidas dali em diante. A obra do Nintendinho pode ser encontrada no emulador do NES, no plano básico do Switch Online. Essa aventura original é um ponto de parada obrigatório para qualquer fã.
A revolução top-down do Super Nintendo
The Legend of Zelda: A Link to the Past, lançado em 1991, revolucionou a série com um capítulo top-down que foi um dos mais completos antes da ascensão 3D. Na história, o herói precisa resgatar a princesa, os descendentes dos sete sábios e também toda a região de Hyrule. O título explorou pela primeira vez o conceito de dimensões paralelas e introduziu a poderosa e misteriosa Espada Mestra, que se tornou um dos grandes ícones da franquia.
Atualmente, o jogo pode ser encontrado na tier mais simples do Nintendo Switch Online.
A jornada definitiva no Game Boy Advance
The Legend of Zelda: The Minish Cap, de 2004, não reinventa a roda, mas apresenta aos fãs um acúmulo de experiências 2D para trazer o que é visto como a jornada definitiva neste estilo. O game foi lançado para o Game Boy Advance e se destaca pela qualidade de sua aventura portátil. A trama é curta e se distancia dos conceitos de Hyrule, dungeons clássicas e dos grandes heróis, sendo uma narrativa mais contida, mas cheia de significado e referências aos demais games da companhia japonesa.
Apesar de ter sido lançado para o Switch, ele também é retrocompatível com o Switch 2.
A sombria Twilight Princess
Conhecida como uma das jornadas mais sombrias de toda a franquia, The Legend of Zelda: Twilight Princess, de 2006, foi visto como o ápice gráfico da saga em toda uma geração. O enredo faz Link transitar entre mundos para impedir que uma engula a outra e cause tragédias. Em uma das formas, vemos o herói como o conhecemos e amamos; na outra, ele se transforma em um lobo e tem um gameplay único neste formato. Além disso, o jogo apresenta aos fãs Midna, uma das parceiras mais amadas da franquia.
Atualmente, o título segue indisponível pelas plataformas oficiais da Big N.
A resposta quando o mal vence
The Legend of Zelda: The Wind Waker, de 2003, responde à curiosidade sobre o que ocorre quando o mal vence. Na aventura, Link vive em um mundo repleto de ilhas, que possui parte da superfície submersa — resultado da derrota de algum herói na linha do tempo. O jogo se destaca pelo estilo visual único e pela exploração marítima. A fonte não detalhou a disponibilidade atual do título nas plataformas oficiais.
A mecânica inédita do Nintendo 3DS
Um dos últimos grandes lançamentos 2D da franquia, The Legend of Zelda: A Link Between Worlds, de 2013, funciona como uma sequência de A Link to the Past, mas com uma mecânica inédita: a possibilidade de o herói entrar nas paredes, como uma gravura. Além disso, todas as armas já estão disponíveis logo no começo da campanha — basta ter o dinheiro para locá-las ou adquirir em definitivo. Isso cria uma nova dinâmica e consagrou o capítulo lançado no Nintendo 3DS.
Desde o fechamento da plataforma, ele não está liberado para nenhum console Nintendo.
O remake que destacou uma jornada heróica
Enquanto a versão original chegou ao Game Boy em 1993, a Big N trouxe um remake de The Legend of Zelda: Link’s Awakening em 2019 para o Switch com a proposta de destacar uma das jornadas mais heróicas de Link nos portáteis. O jogo mantém a essência da aventura original, mas com visuais renovados e melhorias de qualidade de vida. A trama se passa em uma ilha misteriosa e apresenta personagens memoráveis. A fonte não detalhou se o remake também é retrocompatível com o Switch 2.
O marco do mundo aberto moderno
Uma obra-prima instantânea e o melhor título de toda uma geração, The Legend of Zelda: Breath of the Wild, de 2017, mostra que nem mesmo o mapa de mundo aberto e uma tonelada de coisas para fazer impedem Link de entregar primor e emoções aos fãs. A aventura abriu portas para uma legião de jogadores, assim como definiu como todos os games de mundo aberto se portariam nas mais diferentes plataformas.
Além do Switch, você pode conferir a versão para Switch 2 e, se puder aproveitar, já amarre em The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, de 2023.
O que ficou de fora da lista
Óbvio que, para preservar as suas memórias ou spoilers do que terá no remake de OoT, te poupamos de The Legend of Zelda: Ocarina of Time original e de Majora’s Mask — sequência direta dos seus eventos, que é excelente, mas vale visitar a primeira trama antes. Assim, a seleção acima oferece um panorama diversificado da franquia, desde os primórdios até as inovações mais recentes. Cada título contribuiu para moldar a série que hoje aguarda ansiosamente pelo remake de um de seus capítulos mais icônicos.
