Fraudes digitais com IA movimentam mais de US$ 200 bilhões
Crédito: startupi.com.br
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A Inteligência Artificial (IA) está no centro dos negócios, mas também tem acelerado fraudes digitais, impulsionando um mercado global que supera a marca de US$ 200 bilhões. A TIVIT, empresa de tecnologia, destaca cinco tendências principais em cibersegurança para 2026, ano que se apresenta como especialmente desafiador para a segurança digital. Essas informações foram divulgadas em um post escrito por Marystela Barbosa para o portal Startupi.

O duplo papel da Inteligência Artificial

A tecnologia de IA tem sido uma força motriz para inovações em diversos setores, posicionando-se como elemento central das operações empresariais.

Por outro lado, essa mesma ferramenta tem sido utilizada de forma maliciosa, acelerando a ocorrência de fraudes digitais em escala global. Esse fenômeno contribui para o crescimento de um mercado relacionado à segurança cibernética, que já movimenta mais de US$ 200 bilhões.

A fonte não detalhou a metodologia usada para chegar a esse valor, mas o dado reflete a magnitude do desafio.

Além disso, a complexidade dos ambientes digitais atuais amplifica os riscos. Essa realidade exige atenção constante de empresas e especialistas, que buscam formas de se protegerem contra ameaças cada vez mais sofisticadas.

Cinco tendências para um ano desafiador

A TIVIT identificou cinco tendências principais em cibersegurança que devem moldar o cenário até 2026. A empresa não listou todas elas explicitamente nas informações disponíveis, mas destacou aspectos críticos relacionados ao tema.

Um ponto central é que 2026 será um ano especialmente desafiador para a segurança digital, exigindo novas abordagens e ferramentas. Essa previsão se baseia na evolução contínua das ameaças e na crescente dependência de tecnologias complexas.

Por outro lado, a fragmentação dos controles de identidade tem exposto lacunas significativas nos sistemas de proteção. Esse problema se agrava com a proliferação de ambientes digitais híbridos, que combinam múltiplos elementos.

A complexidade dos ambientes multicloud

Superfície de ataque ampliada

Os ambientes multicloud, cada vez mais comuns, integram múltiplos provedores de serviços, aplicações de software como serviço (SaaS), dispositivos temporários e agentes automatizados. Essa diversidade cria uma superfície de ataque ampliada e mais difícil de monitorar.

Em contraste com sistemas centralizados, a gestão de segurança nesses contextos se torna fragmentada, o que pode levar a brechas exploráveis por criminosos.

Fragmentação do controle de identidade

Além disso, o controle de identidade nesses ambientes se fragmenta e expõe lacunas, conforme destacado pela TIVIT. Essa falta de unificação facilita a ação de agentes mal-intencionados, que buscam pontos fracos para invadir sistemas.

O ponto cego das identidades não humanas

Risco crescente na segurança cibernética

As identidades não humanas, que incluem bots, containers efêmeros e agentes de IA, estão se tornando o maior ponto cego na segurança cibernética. Essas entidades interagem e consomem dados sem o monitoramento adequado, muitas vezes fora do radar dos sistemas tradicionais de proteção.

Esse fenômeno representa um risco crescente, pois essas identidades podem ser usadas para automatizar fraudes ou acessar informações sensíveis.

Falta de visibilidade e alerta para 2026

Por outro lado, a falta de visibilidade sobre essas atividades cria oportunidades para exploração por parte de criminosos digitais. A TIVIT alerta que essa tendência deve se intensificar até 2026, exigindo soluções específicas para rastrear e gerenciar identidades não humanas.

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