O bitcoin (BTC) é negociado na faixa dos US$ 66 mil nesta terça-feira (21), com alta de cerca de 3,1% nas últimas 24 horas. No acumulado de sete dias, a maior criptomoeda do mundo registra ganhos de 5,7%. Em um mês, o bitcoin apresenta valorização próxima de 3%.
Fluxo de ETFs impulsiona alta
Um dos principais catalisadores para tal movimento é o fluxo positivo para os ETFs de bitcoin à vista nos Estados Unidos (EUA). Os ETFs de bitcoin à vista nos EUA registraram entradas de capital por cinco sessões consecutivas. A sequência representa o período de compras mais consistente dos fundos norte-americanos desde o início deste mês. Mais de US$ 600 milhões em investimentos foram registrados em cinco dias.
Vídeo: YouTube | Fonte: www.moneytimes.com.br
Mercados globais em recuperação
O avanço das criptomoedas acompanha a recuperação das ações de semicondutores na Ásia. O setor de semicondutores vinha sendo pressionado nas últimas semanas e havia contribuído para as recentes quedas dos ativos digitais. Não existe uma correlação direta entre criptos e companhias de tecnologia. Ambos os segmentos costumam reagir de forma semelhante ao apetite por ativos de maior risco. Com a retomada, as bolsas asiáticas fecharam a terça-feira (21) majoritariamente em alta. As bolsas europeias também avançam nesta manhã. Os futuros de Nova York avançam nesta manhã.
Cotações das principais criptomoedas
O mercado global de ativos digitais opera com desempenho positivo nesta manhã. O ethereum (ETH) registra valorização de 3,7% nas últimas 24 horas. O XRP, token de pagamentos internacionais da Ripple, acumula ganhos de 3,7% no mesmo período.
Fonte
- www.moneytimes.com.br
- Siga no Youtube (www.youtube.com)
- Receba as recomendações de investimento mais atualizadas diretamente em seu What (emprc.us)
- Do TED ao PIX: como o Brasil virou referência em inovação financeira (www.youtube.com)
- Por que o bitcoin (BTC) pode estar em uma das melhores janelas de compra da hist (moneytimes.com.br)
- Bitcoin (BTC) acompanha aversão a risco e cai para US$ 64 mil; veja cotações das (moneytimes.com.br)
