Marcos Lutz, presidente do conselho da Ultrapar, negocia a compra de cerca de 30% da operadora ferroviária Rumo, parte do Grupo Cosan. O fundo de infraestrutura Perfin também participa das discussões.

A transação ocorre enquanto o conglomerado Cosan revisa seu portfólio de ativos. Se concretizada, ela poderia fortalecer o balanço do grupo, pressionado pelo aumento da dívida no negócio de açúcar.

Quem está envolvido nas negociações

Lado comprador: Ultrapar e Perfin

Marcos Lutz lidera as tratativas pela Ultrapar. A empresa vem montando posição na Rumo nos últimos meses, indicando interesse estratégico no setor ferroviário.

O fundo Perfin deve deter uma fatia menor que a da Ultrapar no eventual acordo. A fonte não detalhou a divisão exata de participações.

Lado vendedor: Grupo Cosan e Rumo

A Rumo é controlada pelo Grupo Cosan, conglomerado que tem Rubens Ometto entre seus principais nomes. A Cosan avalia a venda como parte da revisão de seu portfólio.

Todas as partes envolvidas se recusaram a comentar o assunto publicamente. Essa postura é comum em negociações sensíveis e em fase preliminar.

Detalhes da transação em análise

As discussões dependem de acordo sobre aspectos essenciais. O tamanho da participação e a estrutura do acordo ainda estão em análise.

Não há garantia de que a transação será concluída. Esse é um aviso padrão em negociações complexas com grandes valores e múltiplas partes.

Contexto financeiro do Grupo Cosan

O conglomerado enfrenta pressão pelo aumento da dívida em seu negócio de açúcar. O setor sofre com volatilidade nos preços internacionais.

A venda de parte da Rumo poderia ajudar a fortalecer o balanço do grupo. Isso liberaria recursos para outras áreas ou para reduzir passivos.

Outros movimentos do conglomerado

O BTG estuda oportunidades para vender terras agrícolas da Radar, subsidiária da Cosan. No entanto, essas discussões estão atualmente suspensas.

Os movimentos sugerem uma reavaliação cuidadosa dos investimentos do conglomerado. Possíveis desinvestimentos em ativos não essenciais estão em análise.

Próximos passos e incertezas

A conclusão da negociação ainda enfrenta obstáculos. A necessidade de acordo sobre aspectos essenciais pode prolongar as tratativas.

A ausência de comentários oficiais dificulta a previsão de um cronograma. A fonte não detalhou prazos ou valores específicos da operação.

O mercado acompanhará o desfecho dessas negociações. A relevância das empresas envolvidas e o potencial impacto no setor de infraestrutura justificam a atenção.

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