Google explica nova era das buscas com IA e publicidade
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A transformação digital e o fim do funil tradicional

O cenário digital passa por uma transformação profunda. Isso redefine como consumidores buscam informações e como empresas planejam estratégias de publicidade.

A tecnologia tornou o comportamento de consumo mais dinâmico e interlaçado. As jornadas de compra não seguem mais um caminho linear tradicional.

Nesse contexto, o Google detalha como a inteligência artificial e novas formas de busca estão moldando o “fim do funil”. Este conceito descreve a fragmentação e personalização extrema do processo de decisão do cliente.

O consumidor hiperconectado e a jornada de compra

Múltiplos pontos de contato diários

O consumidor moderno utiliza em média 130 pontos de contato por dia em dispositivos móveis. Este número ilustra a intensidade da conectividade contemporânea.

Essa multiplicidade de interações ocorre de forma fluida. Não há barreiras rígidas entre diferentes aplicativos e plataformas.

Jornada guiada pela necessidade

A jornada de compra é definida pela necessidade, não pela plataforma. O usuário transita livremente entre diversos canais para satisfazer interesses imediatos.

Essa realidade exige que empresas repensem abordagens de marketing. Elas precisam acompanhar a velocidade e imprevisibilidade dessas novas rotas de consumo.

A fragmentação das buscas online

Consultas nunca feitas antes

Os dados revelam que 15% das buscas nunca foram feitas anteriormente. Isso indica uma constante evolução nos interesses e na formulação de perguntas.

Essa tendência está presente há uma década. Hoje, atinge um nível de especificidade granular ainda maior.

Busca por informações contextualizadas

Usuários não se contentam mais com respostas genéricas. Eles buscam informações altamente contextualizadas e relevantes para momentos específicos.

Essa tendência é impulsionada por novas tecnologias. Elas permitem interfaces mais intuitivas e capacidades de processamento mais sofisticadas.

A busca por informações tornou-se uma experiência contínua e integrada ao cotidiano. Exemplos como o Canaltech, disponível no WhatsApp, ilustram como conteúdo alcança usuários em seus espaços digitais preferenciais.

A inteligência artificial multimodal nas buscas

Expansão dos formatos de consulta

A IA permite que buscas se tornem multimodais. Elas utilizam voz e imagem, além do texto tradicional.

Essa expansão representa uma mudança significativa na interação humano-máquina. Torna a obtenção de informações mais natural e acessível.

Exemplos de aplicações práticas

Souza citou o Google Lens como exemplo de busca por imagem. O usuário pode apontar a câmera do smartphone para um objeto e obter informações relevantes instantaneamente.

Além disso, Souza citou o uso de Assistentes de IA, como o Gemini, para busca de informação. Isso demonstra como conversações naturais podem substituir consultas por palavras-chave.

Essas ferramentas entendem o contexto e a intenção por trás das perguntas. Oferecem respostas mais completas e úteis para os usuários.

Diferenças fundamentais nos modelos de busca

Modelo de linguagem versus busca tradicional

Em relação à busca, o executivo diferenciou o modelo de linguagem (LLM) — que é probabilístico — da busca do Google. Enquanto LLMs geram respostas baseadas em padrões estatísticos, a busca tradicional opera sob princípios distintos.

A busca do Google é baseada no princípio de garantir que a informação seja cientificamente ou socialmente correta para aquele momento do tempo.

Precisão e confiabilidade da informação

Essa distinção é crucial para entender como diferentes tecnologias abordam precisão e confiabilidade. Assistentes de IA podem oferecer respostas criativas e contextualizadas.

Sistemas de busca tradicionais priorizam a verificação e a atualidade dos dados apresentados. A fonte não detalhou mais comparações específicas entre os modelos.

O futuro da descoberta de informação

Personalização e multimodalidade

A convergência dessas tendências aponta para um futuro de descoberta de informação mais personalizada, contextual e multimodal. Usuários poderão alternar livremente entre texto, voz e imagem conforme necessidades momentâneas.

Eles não perceberão transições entre diferentes modos de interação. Empresas precisarão desenvolver conteúdos e experiências que funcionem bem em todos esses formatos.

Desafios para marcas e publicitários

A jornada do consumidor continuará sendo guiada por necessidades específicas. A tecnologia servirá como facilitadora dessa busca por soluções e informações.

O desafio para marcas e publicitários será acompanhar essa evolução. Precisarão criar presenças digitais relevantes e úteis independentemente de como, quando ou onde o usuário decidir engajar.

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