Ibovespa bate recorde e volta aos 158 mil pontos; dólar cai a R$ 5,33
Crédito: www.moneytimes.com.br
Crédito: <a href="https://www.moneytimes.com.br/ibovespa-26-11-25-lils/" rel="nofollow noopener noreferrer" target="_blank">www.moneytimes.com.br</a>

Ibovespa atinge máxima histórica

O principal índice da bolsa brasileira registrou a terceira alta consecutiva, fechando em 158.554,94 pontos. Isso representa um avanço de 1,70% no dia.

Durante o pregão, o Ibovespa atingiu a máxima intradia de 158.713,52 pontos, com alta de 1,80%. Ambos os patamares superam o recorde anterior de 11 de novembro.

Sequência de ganhos

O movimento positivo consolida um ambiente favorável para investimentos em ações no mercado doméstico. A fonte não detalhou os setores mais influentes.

Dólar recua para R$ 5,33

Em contraste com a bolsa, a moeda norte-americana caiu 0,78%, cotada a R$ 5,3346. A desvalorização contribui para o otimismo no mercado financeiro brasileiro.

A queda pode estar associada a expectativas sobre política monetária global e fatores internos, como inflação controlada. A movimentação é monitorada por investidores e autoridades.

Inflação mantém ritmo moderado

O IPCA-15 subiu 0,20% em novembro, ante 0,18% no mês anterior. No acumulado do ano, a prévia da inflação avançou 4,15%.

Em 12 meses, o índice registrou alta de 4,50%. A estabilidade nos preços é um fator chave para a confiança dos mercados.

Impacto no Banco Central

Os dados podem influenciar decisões futuras sobre taxas de juros. A fonte não detalhou as projeções para a próxima reunião do Copom.

Crédito expande e inadimplência preocupa

O estoque total de crédito subiu 0,9% em outubro na comparação com setembro. Isso indica expansão no acesso ao financiamento.

No segmento de recursos livres, a inadimplência ficou em 5,3%. O spread bancário foi de 32,6 pontos percentuais.

Saúde financeira

Esses números revelam aspectos sobre a capacidade de pagamento dos consumidores. A evolução do crédito é crucial para o crescimento econômico sustentável.

Commodities e Vale em alta

A Vale teve alta de quase 2%, ultrapassando R$ 66 por ação. O desempenho foi impulsionado pelo minério de ferro.

O contrato mais líquido subiu 0,19%, a 797 yuans (US$ 112,49) a tonelada na Bolsa de Dalian. A demanda global por matérias-primas sustenta a valorização.

Setor de recursos naturais

Esses movimentos reforçam a importância do setor para a economia brasileira e para o Ibovespa. A fonte não detalhou outras empresas do segmento.

Expectativas sobre juros nos EUA

A ferramenta FedWatch apontava 84,9% de chance de o Fed reduzir os juros para 3,50% a 3,75% ao ano. Ontem, a probabilidade era de 85,2%.

A expectativa de manutenção subiu de 14,8% para 15,1%. Isso reflete leve cautela nas projeções sobre política monetária norte-americana.

Impacto no Brasil

As decisões do Fed têm influência direta nos fluxos de capital para mercados emergentes. O cenário internacional continua a afetar as decisões locais.

Mercado externo acompanha otimismo

Nos Estados Unidos, o Dow Jones registrou alta de 0,67%, aos 47.427,12 pontos. Esse desempenho positivo no exterior contribui para o clima favorável no Brasil.

Investidores tendem a buscar ativos de risco em ambientes estáveis. A sincronia entre os mercados reforça a interdependência das economias.

Fonte

By

0 0 votos
Classificação
guest

Resolva a soma:
9 + 1 =


0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários