Vale, Itaú, Petrobras: ADRs em virada em NY; Azul cai 11%
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Queda generalizada das ADRs brasileiras

As ADRs brasileiras negociadas em Nova York registraram queda generalizada nesta quinta-feira, em um movimento de virada negativa no mercado internacional.

Enquanto isso, as bolsas de valores no Brasil permaneceram fechadas devido ao feriado nacional da Consciência Negra.

O cenário reflete um dia de pressões externas sobre os papéis de empresas brasileiras listadas no exterior.

Desempenho das principais empresas

Vale e Petrobras

A Vale apresentou recuo de 1,64% durante as negociações, acompanhando a tendência de baixa do setor de commodities.

A Petrobras registrou queda de 1,73%, refletindo a volatilidade no mercado de petróleo.

Itaú e Azul

O Itaú, um dos maiores bancos do país, teve desvalorização de 1,41% em suas ações internacionais.

A Azul se destacou negativamente com uma queda expressiva de 11%, marcando o pior desempenho entre as ADRs brasileiras acompanhadas.

Stone

A Stone, empresa de meios de pagamento, também apresentou performance negativa significativa, com recuo de 6,69% no pregão norte-americano.

Algumas exceções no mercado

Em contraste com a tendência geral de baixa, alguns papéis brasileiros exibiram desempenho positivo durante a sessão.

Entre as exceções, destacaram-se as ações da BB Seguridade e da Cyrela, que registraram valorização em meio ao cenário desfavorável.

Esses movimentos isolados indicam que investidores buscaram refúgio em setores específicos da economia brasileira.

Panorama dos índices norte-americanos

O mercado acionário dos Estados Unidos também enfrentou pressões significativas durante o dia de negociações.

Perto do fechamento, às 17h54:

  • Nasdaq: queda de 2,10%
  • Dow Jones: recuo de 0,76%
  • S&P 500: desvalorização de 1,48%

Dados do mercado de trabalho americano

O mercado de trabalho dos Estados Unidos apresentou números mistos que influenciaram o humor dos investidores.

Foram criadas 119 mil vagas no mês, resultado que superou significativamente a projeção do mercado, que esperava 51 mil novas contratações.

No entanto, os dados de agosto foram revisados de 22 mil contratações para 4 mil demissões, indicando um ajuste negativo nas estatísticas anteriores.

Indicadores de emprego e salários

A taxa de desemprego nos Estados Unidos subiu de 4,3% para 4,4% em setembro, superando a expectativa do mercado que era de 4,3%.

Os salários avançaram 0,2% no mês, enquanto acumulam alta de 3,8% em 12 meses.

Esses indicadores sugerem um cenário de moderada pressão salarial combinada com leve deterioração nas condições do mercado de trabalho.

Decisão recente do Federal Reserve

O Federal Reserve cortou os juros em 0,25 ponto percentual em sua última reunião de política monetária.

A redução foi aprovada apesar da preocupação persistente com a inflação, demonstrando o delicado equilíbrio que a autoridade monetária busca entre estimular a economia e controlar os preços.

Esta decisão continua a influenciar os movimentos nos mercados financeiros globais.

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