O Google Fotos anunciou uma alteração significativa no prazo de recuperação de arquivos apagados. A partir de agora, usuários que enviarem fotos ou vídeos para a lixeira terão apenas 30 dias para restaurá-los, em vez dos 60 dias anteriores. A medida vale para itens que possuíam backup na nuvem e alinha o período ao que já era aplicado a arquivos armazenados somente no dispositivo.
Quem costuma apagar imagens por engano ou se arrepende depois precisa redobrar a atenção. A janela de oportunidade ficou mais curta, e a demora pode resultar na perda definitiva do conteúdo. A empresa não detalhou os motivos da mudança, mas a uniformização dos prazos sugere uma simplificação das regras da plataforma.
Prazo menor exige ação rápida
Com a nova regra, o relógio corre mais depressa para quem deseja reaver uma foto apagada. Antes, o usuário tinha até dois meses para perceber o erro e agir; agora, o limite é de um mês. A alteração afeta diretamente a rotina de quem usa o Google Fotos como principal backup de imagens.
Especialistas recomendam verificar a lixeira periodicamente, especialmente após limpezas em massa. A fonte não detalhou se a mudança se aplica retroativamente a arquivos já na lixeira ou apenas a novos envios. De todo modo, a prudência indica que o ideal é restaurar o quanto antes qualquer item importante.
Como restaurar fotos apagadas
Se a imagem ainda estiver na lixeira e dentro do prazo de 30 dias, é possível restaurá-la pelo próprio Google Fotos. O processo devolve o arquivo à biblioteca e mantém o backup associado à conta. Para recuperar uma foto ou vídeo, o usuário deve tocar sobre a foto que deseja recuperar.
O procedimento é simples e pode ser feito pelo aplicativo ou pela versão web. Após tocar na imagem, basta confirmar a restauração para que ela volte à visualização principal. A ferramenta não exige configurações adicionais, e o backup é reativado automaticamente.
Alternativa para ocultar sem apagar
Quem quer apenas tirar uma imagem da visualização principal do Google Fotos pode usar o recurso Arquivo. A opção oculta a foto da grade principal, mas mantém o arquivo disponível nos álbuns e nas pesquisas. Dessa forma, o usuário evita o risco de perder o conteúdo definitivamente.
O recurso é útil para organizar a biblioteca sem recorrer à lixeira. Em vez de apagar, o usuário arquiva a imagem e a mantém acessível quando necessário. Essa prática reduz a chance de arrependimento e elimina a pressão do prazo de recuperação.
Impacto para usuários frequentes
A mudança pode surpreender quem estava acostumado com o prazo anterior de 60 dias. Usuários que apagam muitas fotos para liberar espaço precisam revisar seus hábitos. A nova janela de 30 dias exige mais organização e atenção imediata.
Para quem gerencia grandes volumes de imagens, a dica é usar o recurso Arquivo em vez da lixeira. Assim, o conteúdo permanece seguro e fora da grade principal. A fonte não detalhou se haverá avisos adicionais na interface sobre o novo prazo.
Recomendações práticas
Diante do prazo reduzido, convém adotar uma rotina de verificação da lixeira. Ao apagar fotos por engano, o usuário deve agir no mesmo dia para garantir a restauração. O Google Fotos mantém a função de busca na lixeira, o que facilita localizar itens específicos.
Outra medida preventiva é ativar notificações ou lembretes para revisar a lixeira semanalmente. Embora a fonte não detalhe recursos adicionais, a própria plataforma exibe a contagem de dias restantes para cada item. Assim, o usuário pode priorizar as restaurações mais urgentes.
Fonte
- canaltech.com.br
- WhatsApp (canalte.ch)
