CIA tem provas sobre máquina eleitoral da Venezuela desde 2012
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A divulgação ordenada pela Casa Branca trouxe à tona algo que a oposição venezuelana vinha repetindo há anos sem provas oficiais: o regime bolivariano dispunha da infraestrutura técnica necessária para alterar um resultado eleitoral. Os documentos remetem para as eleições de 2012, quando um Hugo Chávez já doente derrotou Henrique Capriles após um ano de despesa pública descontrolada, estimada em 70 mil milhões de dólares.

Documentos da CIA e a acusação de Trump

Trump resumiu-o à sua maneira: existia, disse, “uma conspiração específica para favorecer enormemente o corrupto regime da Venezuela”. Os relatórios não comprovam que esse mecanismo tenha chegado a ser ativado naquela votação. Capriles reconheceu então a derrota.

As eleições de 2013 e a margem mínima

Após a morte de Chávez, em março de 2013, Nicolás Maduro impôs-se a Capriles por uma margem mínima. Houve denúncias de irregularidades por parte da oposição nas eleições de 2013. A CIA não encontra nesse episódio provas conclusivas de que tenha sido necessário forçar o resultado.

O cenário muda com a Constituinte de 2017

O quadro altera-se com a Assembleia Nacional Constituinte de 2017, umas eleições boicotadas pelos partidos da oposição. A fonte não detalhou se a máquina eleitoral foi usada nesse pleito.

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